quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Filmes

"Love is the power that heals.."


Uma Canção Para Ela

Título Original: The Song
Lançamento: 2014
Diretor: Richard Ramsey
Elenco: Alan Powell, Ali Faulkner, Caitlin Nicol-Thomas, Danny Vinson.
Duração: 116 min


  Filho de um cantor famoso, o aspirante Jed King se apaixona pela filha do dono do vinhedo onde se apresentará e logo a música que compôs para sua ela vira um sucesso e faz sua carreira decolar. Porém o preço da fama e as tentações cada vez mais o afasta de sua essência e faz com que ele se depare com a difícil decisão pelo o que vale a pena lutar

  Ambição,fama,sucesso..Até onde estamos dispostos a ir para realizar o que queremos? Do que somos capazes de abrir mão para nos satisfazer? Até onde resistimos as tentações?

   Se formos classificar como bom um filme que te prende até o final, Muito Bom: aquele que além de ter um ótimo roteiro, tem ótimos atores e trilha sonora, esse filme é Ótimo! Porque além de ter tudo isso, ele ainda passa uma mensagem de suma relevância e que é a mais pura verdade.
  Os atores não são muito conhecidos (pelo menos eu não conhecia nenhum antes desse filme), mas suas atuações não deixam a desejar; principalmente a de Alan Powell. Os personagens são muito bons, por mais que pareçam clichês, eles têm um significado muito bem representado.
  A trilha sonora desse filmes é linda!!! Eu procurei as músicas depois, porque são contagiantes e as letras não desapontam 

   A mensagem desse filme é linda. E mostra o que acontece quando nos afastamos de nossa essência, do que é realmente importante! Ao longo do filme há citações de Salomão, com o que ocorre durante a cena; o que deixa o filme ainda mais legal.

  Eu super recomendo esse filme, é do tipo que vemos várias vezes e não nos cansamos. Com uma mensagem maravilhosa e importante a nota não poderia ser diferente.

Nota: 5/5

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Resenha

"Nos momentos mais difíceis, o amor é o único refúgio"


Um Porto Seguro

Autor: Nicholas Sparkes
Editora: Novo Conceito

 Katie uma mulher misteriosa que se muda para a pequena cidade de Southport, parece evitar qualquer tipo de laço com as pessoas, mas logo seu caminho começa a se cruzar com o de Alex, um viúvo, que tem dois filhos. E com o passar do tempo, ela parece está cada vez mais aberta a descobrir o que existe entre Alex e ela, porém questionamentos sobre seu passado obscuro começam a voltar e ela se depara com uma difícil decisão de desistir de tudo e se manter segura ou enfrentar o que tanto teme e ser feliz. 
 Será que alguém pode viver fugindo do seu passado? Até onde estamos livres dele? 

 Devo confessar que sou uma fã de Nicholas Sparks (convenhamos ele é demais gente), e que esse livro me conquistou, pois além de oferecer um bom romance ele também oferece mistério. A narrativa vai envolvendo o leitor de uma forma prazerosa e dinâmica. A história é bem detalhada, porém isso não deixa a narrativa chata, ademais contribui para um melhor entendimento do que se passa, e todo suspense criado é muito bem construído.
 Os personagens são, muito bem construídos ( o que é uma característica da escrita do Nicholas Sparks), o jeito reservado e os medos da Katie são muito bem demonstrados, assim como o jeito carinhoso de Alex, e o amor que ele sente pelos filhos.  
  
O livro tem um final surpreendente, o que o fez terminar esplendidamente.

  Para aqueles que gostam de um bom romance é uma ótima sugestão. E para aqueles que não são muito fãs desse gênero, vale a pena dar uma chance também.

Nota: 4,5/5

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Resenha

"....Justo quando havia concluído que seu suposto salvador era irremediavelmente arrogante, ele tinha que lhe sorrir daquela maneira..." 

O Duque e Eu. 

Autora: Julia Quinn
Editora: Arqueiro. 


Simon Basset, o irresistível duque de Hastings retorna a Londres e está totalmente empenhado em não se casar. Porém não deixa de ser visto como um prato cheio para as mães da alta sociedade. Já Daphne Bridgerton irmã mais nova do melhor amigo de Simon, sonha em se casar porém apesar de ser determinada e dona de uma personalidade única os homens com potencial só a vêem como uma boa amiga. Para solucionar o problema de ambos, Simon decide fingir que a corteja, assim despertará o interesse dos homens em Daphne e as mães o deixaram em paz. Contudo a medida que a farsa vai se desenrolando, com as trocas de olhares e sorrisos de Simon, fica cada vez mais difícil para Daphne não se apaixonar.

 Eu nunca (pelo menos que me lembre) tinha lido algum livro que se passasse no seculo 18 ou algum século passado ( por mais que eu goste de livros e filmes dessas épocas). E escolhi O Duque e Eu para ser a primeira leitura, e que sem eu saber que me faria mergulhar e me apaixonar ainda mais por esse tema.   
 Esse livro é muito bom, ele é divertido, apaixonante e envolvente. Ele me conquistou logo no prólogo onde conhecemos o jovem Simon. A narrativa tem um ritmo muito legal, ela vai prendendo o leitor do incio ao fim. Eu tenho que confessar que fora algumas cenas "pesadas" que não li, as vezes me senti como Daphne, sem entender Simon e seus sentimentos, o que deixou a narrativa um pouco lenta para mim fora algumas cenas "pesadas" que não li, mas logo tudo foi esclarecido e a narrativa voltou para a crescente em que se encontrava.

 Os personagens são maravilhosos; Daphne é determinada, cativante, inteligente, e sua inocência chega a ser divertida, e seu amor pela família e seu companheirismo com seus irmãos é lindo (Família Bridgerton né gente) Simon é apaixonante desde o prólogo, ele é misterioso, inteligente, determinado e verdadeiro. Os sentimentos de ambos os personagens são muito genuínos, e eles em si são muito verdadeiros com tudo, que me fez gostar ainda mais deles. 
Eu amei a Lady Whistledown, eu senti que ela era a Gossip Girl do livro, a escritora misteriosa deixou o livro ainda mais original. 
Os personagens secundários (como os irmão de Daphne) não estão lá só para preencher o livro, são verdadeiro, cada um com sua característica evidente. 

 O livro não é só um simples romance, ele fala mostra como o amor pode transformar e sobre como devemos superar acontecimentos passados e seguir nossa vida.

  Para pessoas que como eu querem ler muito mais dos Bridgertons, tem mais sete livros depois desse (Obrigado Julia Quinn) e cada livro conta a história de um irmão diferente. Inclusive no inicio de O Duque e eu, tem uma "árvore genealógica" dos Bridgertons mostrando o ano de nascimento de cada filho e seu respectivo livro (o que é muito legal por sinal). E estou ansiosa para ler O Visconde que me amava e saber o me aguarda na história de Anthony Bridgerton.

Nota: 4,5/5

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Resenha

"Para vencer uma tentação, ás vezes é preciso render-se a ela." 




Despertar - A Bandeja 

Autora: Lycia Barros
Editora: Arqueiro

Angelina, recém universitária, não imaginava que a vida longe de seus pais e com os desafios da faculdade seria tão difícil. Isso até conhecer Rico, um homem que a faz perder o folego e que se interessa por ela também, mas que é seu professor de linguística. Imersa nessa paixão Angelina começa a ignorar todos os ensinamentos que recebeu a vida toda, porém começa a ter uns sonhos estranhos de homens lhe oferecendo bandejas com presentes, que logo depois dela aceita-los se transformam em grandes feras. O que significará essas sonhos?

Esse livro é daqueles que prende a gente até o último segundo. Eu me peguei dormindo pensando no que aconteceria no capitulo seguinte ( isso porque já foi difícil largar para dormir) e a primeira coisa que fazia ao acordar era pegar o livro para matar minha curiosidade. A história desse livro é muito boa, Lycia Barros conseguiu abordar um tema importante de uma forma leve e nada massante. 
A narrativa vai em uma crescente ficando cada vez mais interessante e deixando o leitor cada vez mais imerso na historia, acompanhando o amadurecimento de Angelina nas batalhas travadas em busca de sua essência perdida.

Os personagens são muito apaixonantes e são muito reais, e isso permite que você se afeiçoe e que muitas vezes se coloque no lugar deles, e quando você percebe já está torcendo pela Angelina, e por outros personagens. Outra coisa positiva é que os personagens secundários têm sua devida importância e não ficam lá só para preencher a história, e você é capaz de se conectar até com eles. ( como a Natasha que é maravilhosa) 

A única coisa triste é que você lê tão rápido que quando percebe já acabou a historia. Mas para a nossa felicidade existem outros livros ( que não contam a historia da Angelina e sim dos outros personagens) para não termos que nos despedir desses personagens maravilhosos. 

Esse foi de fato, um dos melhores livros que já li (obrigada Lycia Barros!), e se pudesse recomendar mais de uma vez eu o faria. Ele têm uma lição linda e muito importante e que todos deveriam conferir.

Nota: 5/5 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Resenha

  "... se as pessoas fossem chuva, eu seria a garoa e ela um furacão"


Quem é você, Alasca? 

Autor: Jhon Green
Editora: WMFmartinsfontes

Quem é você, Alasca conta a história de Miles Halter que vai para a escola de Culver Creek em busca de seu grande TALVEZ. Lá ele conhece seu colega de quarto chamado Chip, mas que atende pelo apelido de Coronel e também conhece a Alasca uma menina que com uma forte personalidade mudará tudo para Miles.

Depois de ter lido A culpa é das Estrelas, fiquei mega ansiosa para ter outro exemplar de Jhon Green  e Quem é você, Alasca? foi o próximo da lista (Para quem não sabe Quem é você Alasca é o primeiro romance de John Green). Quando consegui essa edição de colecionador com essa capa maravilhosa ( a que está no post e convenhamos que ela é linda) fiquei ainda mais interessada em ler, porém tive um misto de opiniões ao acabar o livro.

 O livro tem uma maneira interessante de prender o leitor, ao mostrar uma contagem de tempo que faz o leitor ficar interessado no evento que o aguarda. A narrativa tem um ritmo interessante, não é cheio de grandes emoções e aventuras em cada capitulo, mas também não é parada ao ponto de ser monótono, e o livro de prende ao ponto de você ir lendo e quando perceber já estar no fim.

Infelizmente (é com pesar que digo isso) eu não gostei do personagem principal Miles/Gordo (o que me fez questionar se tinha gosta do livro ou não). O achei  sem personalidade alguma, totalmente influenciável, um pouco perdido sobre quem ele era e até um pouco exagerado no sentido de que quando se apaixona por alguém é uma paixão avassaladora e que quando sofre, é uma dor imensa.
Já a Alasca é uma personagem muito rica ( totalmente diferente do Gordo), cheia de personalidade, vibrante, contagiante, única, misteriosa o que desperta a curiosidade do leitor para saber mais sobre o porque dela agir do jeito que ela é e qual o mistério por trás de sua instabilidade emocional.

              
Chip foi de cara o personagem que me conquistou primeiro ele é o melhor amigo de Alasca e logo se torna amigo do Gordo. é aquele personagem que mesmo no paple de melhor amigo não se deixa ofuscar pelos demais. Ele é leal a seus amigos, divertido, carismático, viciado em investigações e as vezes ele chega a roubar a cena


O livro  fala sobre o impacto que uma vida tem sobre outra ( o que talvez explique a posição do protagonista) o que acho um tema muito interessante. Após a leitura eu cheguei a conclusão que cada pessoa tem um grande Talvez para encontrar, que ele pode significar diferentes coisas ( como um arrependimento, ou uma possibilidade), e ter varias respostas. No geral, eu gostei do livros e da historia, mesmo não me afeiçoando ao protagonista.

Qual é seu grande TALVEZ?

Nota: 4,5/5

sábado, 21 de janeiro de 2017

Séries


"Look away, look away, This show will wreck your evening, Your whole life and your day
Every single episode is nothing but dismay, so look away"
 Nome: Desventuras em serie.
Duração: 52 minutos     
Elenco: Neil Patrick Harris, Malina Weissman, Louis Haynes,                                                                Presley Smith, Patrick Warburton, Joan Cusack, Catherine                                                                   O´Hara,  Aasif Mandvi, Don Johnson, Alfre Woodard, Will Arnet, Corbin Smulders. 
Nota:5/5                  
   
As crianças Baudelaire Violet, Klauss e Sunny tinham uma vida feliz, até se tornarem órfãos quando seus pais morreram misteriosamente em um terrível incêndio os deixando sem nada. E se não fosse o suficiente, caíram nas mãos do terrível Conde Olaf, seu novo tutor que está ansioso para por as mãos na enorme fortuna que os Baudelaire herdaram, e que fará de tudo para consegui-la. Agora uma serie de Desventuras aguarda os Baudelaire enquanto eles tentam desvendar todos os mistérios por trás da "morte" de seus pais.


Caro leitor, se você espera uma resenha sobre uma série em que no fim tudo fica bem, é melhor parar de ler, não tem nada além de horror e tristeza em uma historia como essa, e claro muitas perguntas não respondidas.

Devo começar elogiando todo o clima criado pela série, desde a música de abertura, as narrações de Lemony Snicket em que haviam o tempo todo para o telespectador não assistir a trágica historia dos Baudelaire, isso criou a ambientação perfeita para série e que leva o espectador cada vez mais para mundo da série.
Se você já amava Neil Patrick Harris (How I Meet Your Mother), prepare-se para amar ainda mais ( ou odia-lo) em sua atuação como Conde Olaf. Ele está arrasando nesse papel com todas as músicas e transformações que o personagem passa, e não lembra nem um pouco o querido e amado Barney de HIMYM. Apesar de ter cenas mais musicais e de ter um lado cômico não há duvidas de que Conde Olaf é um bom vilão.
Outro ponto a ressaltar é a caracterização do Conde Olaf (e não só a dele) que está de parabéns também.
E como foi a atuação das crianças? Arrasaram também. Tem a presença digna de protagonistas e não ficam a sombra da atuação do Neil, mostram para que vieram e se saem muito bem.
Os cenários não deixam a desejar. Desde a mansão do conde Olaf até a Serraria Baixo- Astral os cenários só tendem a melhorar, o que garantiu a excelência da serie e o que permitiu que o ar de tristeza permanecesse durante a série.

A história da série é muito envolvente. Desde o primeiro minuto você fica interessado para saber qual será o destino dos Baudelaire, e qual é o mistério (e possível causa do acidente) que os envolve. Posso dizer que isso só vai alimentando a curiosidade do espectador que quando percebe já está no ultimo episodio e torcendo para que a segunda temporada chegue logo.

Infelizmente, não tive ainda o desprazer de ler a série de livros que inspirou essa maravilhosa série, mas assim que tiver a oportunidade os lerei, pois agora tenho que descobrir todas as desventuras dos Baudelaire.

Não perca a chance de ver essa série, aproveite que são só 8 episodios, e que ainda está em sua primeira temporada e mergulhe nas desventuras.